domingo, 1 de novembro de 2009

Tempos de escuridões

Sentada em um banco qualquer
Permito-me ter a visão do horizonte
Em que eu tenho obrigações
E mergulho minha alma nesta limpida fonte

Pensamentos dos quais não posso esconder
Que permanece fixo nos azulejos azuis
Que fazem contraste em vidas opostas
E perdem escuridão ao surgir luz

Esperarei pacientemente a sua volta
Mas,cada segundo parecia uma eternidade
Ficavamos no zero a zero
E os sonhos vão deixando saudade

Parecia tempos carregados de horas perdidas
Pessoas que deixavam aos poucos sua marca
Na vida de outras pessoas
Que faziam todas valorizar a vida

Como uma epidemia que se estendia aos corações
Fazendo cada minuto do dia
Ser somente alegria
Em tempos de escuridões...

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